Sintesac vem a público manifestar o seu repúdio ao atraso no pagamento dos adicionais de plantões emergenciais dos servidores da saúde

Publicado em 28 de dezembro de 2017 às 08:45

Nota de Repúdio

O Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Acre (Sintesac) vem a público manifestar o seu repúdio ao atraso no pagamento dos adicionais de plantões emergenciais dos servidores da saúde, referente ao mês de novembro.

Nós, trabalhadores, entregamos nossa força de trabalho em troca de uma remuneração, o que garante nossa sobrevivência.

Se o governo não paga, não temos por quê trabalharmos, pois nossa sobrevivência estará comprometida.

De todas as categorias de servidores, o desrespeito e descompromisso se deu apenas com os da saúde, e justo sobre aqueles que trabalham nas urgências e emergências.

Alertamos a todos servidores que o Adicional de Plantão Emergencial (extras) faz parte do seu salário.

No entanto, o Governo vem implando uma idéia perniciosa de que plantão extra não é salário, com vista a encobrir a realidade: há muito tempo vem atrasando os salários dos servidores da saúde, pagando de forma parcelada a sua remuneração, pois tem deixado o pagamento dos valores relativos aos Extras para pagar um bom tempo depois do mês de referência, que foi trabalhado.

Não admitiremos mais este engodo e muito menos iremos nos sujeitar a esse trabalho escravo.

No entanto, advertimos  que mais uma vez, o governo corta a "carne" do trabalhador em saudar desse estado.
 
Todavia, estamos atentos a essas estratégias oriundas das mentes que realmente dirigem os passos deste governo, para barrar este enlaço.
 
Já fizemos as devidas representações administrativas, junto a SESACRE, SGA e SEFAZ,  requerendo em caráter de urgência as devidas justificativas e o pagamento no máximo até o dia 05/01/18, ao tempo em que convocamos todos os trabalhadores representados pelo SINTESAC, para uma assembleia geral, na sexta feira (29/12/2017), as 09h00min, na sede do SINTESAC, para juntos deliberamos sobre os nossos próximos passos.
 
Exigimos respeito e não aceitaremos trabalhar sem receber, pois o que está em jogo é o nosso sustento e a nossa dignidade.
 
A Diretoria.